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Clínica de Reposição Hormonal Masculina em Brasília (DF)

A reposição hormonal masculina ajuda na ereção, libido e ejaculação.Os hormônios são fatores cruciais para a função sexual masculina. Por isso, é importante que o homem os mantenha em níveis ideais e acompanhe os níveis no sangue a fim de detectar eventuais deficiências.

Testosterona

A testosterona é o principal hormônio masculino quando falamos de saúde sexual. Tanto que ela e seus derivados são considerados oficialmente “hormônios sexuais masculinos” ou “androgênios”.

O aumento da testosterona na adolescência induz o conjunto de mudanças físicas e psicológicas conhecidos como “puberdade”. Já na vida adulta, ela age nas áreas cerebrais que motivam o desejo e também naquelas que desencadeiam a ereção quando o desejo já está presente.

Também atua diretamente no pênis como facilitadora da vasodilatação, isto é, faz com que os agentes vasodilatadores (produzidos pelo próprio corpo ou oriundos de medicamentos) atuem com maior eficácia.

Estradiol

O estradiol tem papel importante no corpo feminino. No homem, seu papel é menos compreendido, mas sabe-se que níveis muito baixos ou muito altos podem levar à disfunção erétil e à queda da libido masculina.

O estradiol é produzido pelo corpo a partir da testosterona, e age em conjunto ou em contraste com ela. Por isso, é importante avaliar seus níveis de acordo com sua proporção relativa à testosterona, e não apenas em níveis absolutos.

LH e FSH

O LH e o FSH têm a função de regular a função testicular. Ambos são produzidos por uma região do cérebro chamada hipófise, a qual os libera na corrente sanguínea para que atinjam o órgão-alvo.

Os testículos são as gônadas masculinas. Por o estimularem, o LH e o FSH também são conhecidos como gonadotrofinas.

A análise desses dois hormônios pode ser complexa. Eles não são liberados de forma contínua, e sim em pulsos. Além disso, seus níveis têm pouco significado quando avaliados de forma isolada, exceto em casos extremos.

Normalmente, a avaliação do LH e do FSH é feita em conjunto com a avaliação da testosterona. Dessa forma, é possível estimar com maior precisão o nível de função testicular de um homem.

TSH, T4, e T3

O T3 (tri-iodotironina) e o T4 (tiroxina ou tetraiodotironina) são os hormônios produzidos pela tireoide. No homem, a sua deficiência está associada à queda da libido e à disfunção erétil, enquanto seu excesso pode levar à ejaculação precoce.

O TSH é o hormônio estimulador da tireoide (a sigla significa hormônio tireoestimulante em inglês). Assim como o LH e o FSH, ele é produzido pela hipófise e age como um regulador da produção hormonal, e por isso seus níveis possuem melhor interpretação quando avaliados em conjunto com os demais hormônios do órgão que regula (no caso, a tireoide).

O T3, apesar de ser a forma ativa do hormônio tireoideano, apresenta pouca precisão quando mensurado no sangue. Por isso, a avaliação da tireoide costuma ser realizada por meio dos níveis de T4 livre e do TSH.

Prolactina

Assim como o estradiol, a prolactina tem papel pouco conhecido no corpo masculino (até menos conhecido que o primeiro).

Entretanto, sabe-se que níveis excessivos de prolactina podem prejudicar a produção de testosterona. Também podem causar impacto negativo na saúde sexual do homem por vias independentes da testosterona.

Os níveis de prolactina oscilam com facilidade, e podem gerar falsos-positivos se não forem avaliados com cuidado. Consulte um especialista e evite conclusões precipitadas!

Testosterona livre e SHBG 

Um detalhe que nem todos sabem sobre a testosterona é que os níveis constatados no exame de testosterona total correspondem em maior parte à porção inativa do hormônio.

A testosterona circula no organismo ligada a proteínas como a albumina e à SHBG, que formam uma espécie de reserva hormonal. 

Mas alguns homens podem ter dificuldade em utilizar essa reserva, de modo que a testosterona livre permanece baixa mesmo quando os níveis de testosterona total estejam normais. 

Por isso, nenhuma avaliação hormonal masculina está completa sem a análise da fração livre da testosterona, a qual normalmente é feita por meio de uma equação que utiliza os níveis de testosterona total e a SHBG.

A redução da testosterona livre está associada à idade avançada, à obesidade, e a estados inflamatórios crônicos, mas pode ocorrer com qualquer um.

Como funciona a reposição hormonal masculina

A reposição hormonal envolve a administração do hormônio cuja deficiência esteja em falta. É possível realizar a reposição de inúmeros hormônios, mas no homem o mais comum de se fazer é a reposição da testosterona.

A reposição de testosterona pode ser feita na forma injetável, implantável, ou em gel. Para cada uma dessas formas, existem opções de medicamentos com diferentes dosagens, tempo de efeito, e intervalo de uso.

Quando corretamente prescrita e acompanhada, a reposição hormonal é segura. Mas para isso o médico precisa conhecer a fundo as indicações e as contraindicações. Homens com câncer de próstata ou PSA muito elevado, por exemplo, não podem realizar a reposição hormonal com testosterona.

Também é necessário conhecer os efeitos adversos da reposição hormonal. Um dos efeitos adversos mais importantes é a inibição da produção de testosterona pelo próprio corpo, outro é o prejuízo da fertilidade.

Candidatos à reposição hormonal precisam ser minuciosamente informados pelo seu médico antes de decidirem iniciar a terapia. Uma vez iniciada, faz-se importante o acompanhamento contínuo para avaliação dos resultados, ajuste individualizado da dose, e prevenção de efeitos colaterais.

A reposição hormonal masculina costuma ter duração indeterminada, pois o tratamento é direcionado ao homem que não é mais capaz de produzir seus hormônios de maneira adequada.

Os hormônios utilizados na reposição não estimulam, e sim substituem a produção do corpo.

Alternativas à reposição hormonal para o homem 

Homens com deficiência hormonal mas que ainda têm o potencial de recuperar a produção e que desejam tratamentos com prazos determinados (geralmente de curto ou médio prazo) gostarão de saber que existem alternativas à reposição hormonal.

No caso da testosterona, essas alternativas também costumam envolver medicamentos, mas nesse caso os medicamentos servem para estimular os órgãos reprodutores masculinos (os testículos) ou para regular o eixo de produção hormonal (que envolve os testículos e algumas áreas cerebrais como o hipotálamo e a hipófise).

Todavia, os tratamentos para estímulo da produção hormonal dependem da presença de reserva funcional testicular e de capacidade de resposta do eixo hormonal. 

Em outras palavras, o homem ainda precisa ter alguma capacidade de produção de testosterona a qual possa ser resgatada, e os órgãos responsáveis por sua regulação precisam estar em um estado no qual sejam capazes de reagir aos medicamentos.

Na maioria dos casos, um especialista consegue constatar a viabilidade dos tratamentos alternativos durante a avaliação inicial do paciente, mas às vezes será necessário realizar um teste terapêutico.

Medidas naturais para recuperação da produção hormonal

Muitas pessoas gostariam de melhorar seus níveis hormonais por meio de medidas naturais como dieta e exercício físico. Existem casos no qual isso é possível. Mas infelizmente é a minoria.

Distúrbios do sono e quadros metabólicos podem prejudicar a produção da testosterona, por exemplo. Mas apenas subtipos específicos e casos leves têm alguma chance de reversão com alterações de hábitos e de estilo de vida. Os demais casos possuem alta chance de necessitarem de farmacoterapia ou procedimentos médicos.

Há também pessoas que busquem medicamentos “naturais” na expectativa de que provoquem efeitos positivos sem os mesmos riscos dos medicamentos tradicionais. A verdade é que não há nenhum medicamento natural com eficácia comprovada para melhora dos parâmetros hormonais. Além disso, esses medicamentos nem sempre são mais seguros que os remédios tradicionais.

Problemas hormonais podem estar associados a condições graves ou condições que, mesmo moderadas, prejudicam seriamente a sua qualidade de vida a longo prazo. Por essa razão, o mais prudente é buscar avaliação minuciosa antes o mais cedo possível.

Assim, você economiza recursos e ganha tempo com um tratamento voltado à direção certa para o seu caso específico.

Riscos da Automedicação

Homens têm o hábito de usar medicamentos por conta própria, baseando-se em informações adquiridas através de amigos ou da internet. Essa prática pode ser perigosa, pois esses medicamentos podem interagir de forma adversa com outros medicamentos, suplementos ou extratos de plantas.

Além disso, os resultados podem variar e nem sempre é possível atribuir um bom resultado a um composto específico. A automedicação também pode mascarar problemas subjacentes que podem estar se desenvolvendo, tornando a resolução do quadro mais difícil.

Os efeitos colaterais dos medicamentos autoprescritos podem surgir de forma inesperada e ser difíceis de reverter. Muitas pessoas só procuram ajuda profissional após meses ou anos, acreditando que podem reverter os danos por conta própria.

A dependência psicológica é um dos efeitos adversos mais comuns, pois aqueles que usam medicamentos para aumentar o desempenho sexual acabam dependendo deles para manter o que antes era considerado normal. Além disso, o uso incorreto desses medicamentos pode agravar problemas não detectados anteriormente.

Reposição Hormonal Masculina e Avaliação Médica

 

Se você deseja melhorar a função erétil, o controle ejaculatório ou aumentar o desejo sexual, é importante passar por uma avaliação médica para descartar possíveis patologias subjacentes. Além disso, é fundamental utilizar apenas medicamentos e procedimentos prescritos por profissionais especializados, que irão acompanhá-lo durante todo o tratamento para garantir sua eficácia e segurança.

Reposição Hormonal Masculina

Quando indicada corretamente, a reposição hormonal masculina é uma opção segura e eficaz para melhorar o desempenho sexual. Evite a automedicação e busque sempre a orientação de um profissional de saúde qualificado. Ao fazer isso, você estará garantindo resultados melhores e minimizando os riscos associados à automedicação. Priorize sua saúde e bem-estar, escolhendo o caminho mais seguro e confiável para alcançar uma vida sexual satisfatória.

Centro Clínico do Homem – Clínica Especializada em Reposição Hormonal Masculina em Brasília (DF)

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